Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Dezembro, 2008

curso de verão

poesia-pau informa: Abertas as inscrições para o Curso de verão Transgressões poéticas Com Ronald Augusto De 06 a 22 de janeiro de 2009, terças e quintas das 19h às 21h na Palavraria – Livraria-Café Informações & Inscrições: pelos telefones 3336 2969 e 9948 0569 dacostara@editoraeblis.com Nos seis encontros em que o curso se estrutura, será demonstrado todo um pervagar transgressivo no interior da tradição literária. Três tópicos compõem o curso, a saber: a) a transgressão discursiva; b) a transgressão da visualidade; e c) a transgressão da intransitividade. Um tópico a cada dois encontros. Os sucessos e os fracassos da alta modernidade e da contemporaneidade ajudaram a levar ao limite invenções discursivas como as de Joyce, Guimarães Rosa e Paulo Leminski. Esses autores experimentam um barroquismo onde a hibridez se torna uma categoria importante no literário e, inclusive, na concepção moderna de cultura. A partir de Mallarmé a poesia, de uma arte eminentemente tem

cidinha, leia só pra mim!

cidinha da silva , salgado maranhão, conceição evaristo e eu, juiz de fora, 2008 O século 19 é o momento onde o leitor, como diz Walter Benjamin, assume o seu “papel de cliente”. Em outras palavras, temos um mercado editorial que se expande e que identifica neste segmento humano tanto um público potencialmente fiel como uma classe de interlocutores que por diversos modos dará continuação às produções da série literária. Talvez por isso mesmo, não obstante a existência de grandes poetas (Baudelaire, Rimbaud, Poe, Cruz e Sousa...), a prosa tenha se consagrado como o gênero por excelência do período. Com efeito, desde então o tempo vem provando que os prosadores têm uma noção mais ou menos clara da clientela a que servem, ao contrário dos poetas que, no se disporem a apresentar sua identidade como “a voz” por detrás da linguagem, mesmo assim costumam apreciar mais o solilóquio do que qualquer outra coisa. Ou seja, o leitor lhe parece uma entidade excessiva ou um mal necessário com o q