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Poesia ruim, Copa de 70 e arrependidos

Poesia ruim, Copa de 70 e arrependidos Ronald Augusto[1]
Como vou saber se um poema é bom ou ruim? Você não precisa ingerir todo o conteúdo de um barril para dizer se ele está cheio de vinho ou de vinagre.
Por que, por um lado, somos tão severos e críticos com opiniões infundadas, com terraplanistas, com bolsonaristas orgulhosos da própria estupidez e, por outro lado, toleramos e passamos pano para poetas medíocres e poemas ruins, chegando, inclusive, a curtir essas manifestações?
A indiferença à verdade e ao conhecimento, seja relativamente à vida vivida, seja ao pensamento, deve ser tão criticada quanto a leniência (irrigada pelas redes sociais) com que tratamos o aparecimento de tanta poesia avinagrada.
O pacto com as ideias falsas e a cumplicidade com as práticas poéticas de péssima qualidade deveriam acabar no mesmo saco.
*
Num surto de saudade, dias atrás assisti na íntegra a final da copa do mundo de 1970. Tirante os gols e alguns momentos reprisados à exaustão, aqui é acolá, acho que…

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