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Do mundo, suas delicadezas e alguns paranapanãs

Do mundo, suas delicadezas e alguns paranapanãs Ronald Augusto[1]
Um pequeno selo ao pé do título Do mundo, suas delicadezas adverte o leitor que o mais recente livro de Erre Amaral se trata de um romance. Outros paratextos que preparam a fruição do leitor, ou seja, orelha, prefácio, texto da quarta capa, relativizam um pouco mais a aposta na crença de que Do mundo, suas delicadezas seria um romance. Deste modo surgem considerações a respeito da mestiçagem entre formas: a ida inacabada da poesia à prosa, talvez; argumentos em favor da ruptura com os modelos romanescos tradicionais e assim por diante.  Na época em que o autor andava às voltas com a escrita da obra, ele me dizia que estava escrevendo um romance, e me falou brevemente, entre outras minudências, tanto sobre a personagem principal, negra, quanto sobre o extinto vilarejo do interior mineiro que serve de pano de fundo à narrativa. O tempo passa e o livro fica pronto. É editado primorosamente pela Penalux, Guaratinguetá, 2017. …

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